Notícias

15
jan

Tecnologia & Defesa: Consciência situacional marítima

CONSCIÊNCIA SITUACIONAL MARÍTIMA PASSA PELA INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS E PELA INTEROPERABILIDADE ENTRE ENVOLVIDOS

Interoperabilidade, adoção de práticas colaborativas, integração e trabalho conjunto são fundamentais para os cuidados com o mar brasileiro.

Em razão de diversos fatores como o aumento do tráfego de pessoas, do transporte de mercadorias, dos acidentes ambientais, entre outras mudanças e situações, o ambiente dos mares tem se transformado ao longo do tempo e
muitos são os desafios para o futuro.

Neste contexto, emerge o conceito de Consciência Situacional Marítima, que trata do domínio e do conhecimento
preciso e completo das vulnerabilidades, do comportamento e dos acontecimentos no oceano, compreensão desses eventos
e capacidade de prevê-los, bem como de tomar ações e medidas quando eles estão por vir ou são efetivados.

Confira a íntegra do artigo escrito pelo diretor-presidente da Fundação Ezute, Delfim Ossamu Miyamaru, na última edição da revista Tecnologia & Defesa.

6
jan

Fundação Ezute apresenta os benefícios de PPPs a novos gestores municipais no Espírito Santo

FUNDAÇÃO EZUTE APRESENTA OS BENEFÍCIOS DE PPPs A NOVOS GESTORES MUNICIPAIS NO ESPÍRITO SANTO

A Fundação Ezute marcou presença no Seminário “Novos Gestores 2021-2024 – Educação e Gestão Empreendedora”, realizado nos dias 21 e 22 de dezembro, pela Associação dos Municípios do Espírito Santo (AMUNES) e o SEBRAE, com o intuito de contribuir para gestões municipais de qualidade, oferecendo aos gestores eleitos e suas equipes conhecimentos técnicos diversos e trocas de experiências.

Coube ao diretor de Mercado Civil & Parcerias da Ezute, Thomas Strasser, comandar a palestra sobre APP – Aliança Público Privada na tarde do dia 22, e explicar aos prefeitos, vice-prefeitos e outras lideranças do Executivo os benefícios das parcerias público-privadas para a boa gestão municipal.

Parcerias público-privadas são contratos de longo prazo, que envolvem uma relação intensa entre atores públicos e privados para desenvolvimento ou gerenciamento de um serviço público, sendo que o agente privado assume riscos significativos e sua remuneração se dá por desempenho. Durante sua apresentação, Strasser elencou as vantagens das PPPs. “De uma forma mais inteligente, esse tipo de contrato permite uma distribuição de riscos entre o público e o privado, garantindo a redução de custos, a conquista de um olhar global do ciclo de vida do empreendimento – onde a construção é apenas uma etapa -, além de trazer confiabilidade e segurança jurídica que possibilitam a adoção de mecanismos para a retirada do agente privado em caso de mau desempenho. Ao mesmo tempo, traz garantias a ele em caso de bons serviços, independentemente de questões políticas”.

Ao falar dos desafios para a entrega de soluções de infraestrutura à população, das possibilidades de modelagem de contratos administrativos diversos, da importância do nascimento da ideia de concessão até o fim do projeto, sobre agências reguladoras e de questões genéricas de governança e compliance, o executivo da Ezute ressaltou o importante papel que a Fundação desempenha. “Podemos caminhar juntos nesse processo, fazendo esse trabalho em conjunto e com a transferência desse conhecimento para a equipe da prefeitura, para que depois ela tenha a experiência e possa dar seguimento ao projeto ao longo da execução do contrato, fazendo uma gestão adequada”.

Thomas Strasser, diretor da Ezute, durante sua apresentação

São quase 2.800 projetos executados no país, sendo apenas 36 projetos de iniciativas municipais de prefeituras capixabas e, desses, apenas seis contratos assinados. “Existe, portanto, um espaço muito grande para trabalhar melhor esse instrumento e a Fundação Ezute está à disposição para ajudar as administrações municipais a utilizar essa ferramenta da melhor forma possível”, acrescentou Strasser ao destacar a parceria entre a instituição, a Amunes e a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes).

O evento contou com as presenças do governador do Estado, Renato Casagrande, da vice-governadora Jaqueline Moraes, do presidente da Amunes, Gilson Daniel, de secretários de Estado e diversas autoridades, além de palestrantes de variadas áreas. O Seminário foi híbrido, com público presencial em quantidade limitada e transmissão pela internet.

17
dez

Fundação Ezute fala sobre transferência de tecnologia para aumento de prontidão tecnológica em live do Incose Brasil

FUNDAÇÃO EZUTE FALA SOBRE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PARA AUMENTO DE PRONTIDÃO TECNOLÓGICA EM LIVE DO INCOSE BRASIL

No dia 10 de dezembro, o diretor de Mercado Defesa & Espacial da Fundação Ezute, Carlos Eduardo de Almeida Jr., participou como convidado especial da live sobre “Transferência de Tecnologia para Aumento de Prontidão Tecnológica”, realizada pelo Incose Brasil, divisão nacional do Conselho Internacional em Engenharia de Sistemas (International Council on Systems Engineering).

Em sua apresentação, Carlos Eduardo  falou do processo de gestão do conhecimento e aumento da prontidão tecnológica no programa de transferência de tecnologia, considerando o ciclo de vida do sistema ou material em aquisição ou desenvolvimento, nas fases de concepção, estruturação, formalização e controle.

Ao explicar o conceito de prontidão tecnológica, o especialista falou da Escala TRL, modelo desenvolvido e consagrado pela Nasa nos anos 80 que mede o nível de maturidade de uma tecnologia, ou seja, o quão apta ela está para sua aplicação final. “Há uma escalada de maturidade partindo dos níveis mais baixos, que abrangem teorias e pesquisas básicas, evoluindo para pesquisas aplicadas, para a aplicação dos conceitos analíticos, experimentação válida dos conceitos em ambientes simulados, conexão com outros sistemas até chegar aos níveis mais altos, com a operacionalização do processo e o equipamento ou o sistema de informação empregado”.

Durante esse processo de maturidade tecnológica, a tripla hélice da inovação, envolvendo academia, indústria e centros de pesquisa, muitos deles do governo, ganha destaque, de acordo com Carlos Eduardo. “Esse cenário faz girar um grande esforço de desenvolvimento tecnológico e de inovação”.

A transferência de tecnologia, que está inserida em um contexto de offset tecnológico, chega nesse contexto para abreviar o tempo e o esforço de avanço na escala. “De forma controlada e estruturada, é possível acelerar nos níveis de maturidade tecnológica”, disse o representante da Fundação Ezute, ao destacar que isso pode ser feito por meio de aquisição de grandes programas.

Carlos Eduardo explicou ainda os papéis principais dos agentes que compõem o processo de transferência de tecnologia: o detentor, que tem o know how; o beneficiário, absorvedor de conhecimento; e o mediador, geralmente um órgão de assessoramento ou de controle, que faz a gestão dos interesses nesse fluxo de tecnologia. “Importante salientar que se não houver um processo estruturado, baseado em boas práticas das tecnologias de sistemas, dificilmente se vai tirar muito desse ciclo”.

Ao trazer um exemplo hipotético pra debate, baseado nos projetos desenvolvidos pela Fundação Ezute, o especialista destacou o papel de indicadores de cobertura de transferência: mapeamento, escopo máximo de transferência e calibração do mapeamento.

A live, apresentada pelo conselheiro do Incose Brasil, Fábio Silva, também abriu espaço para perguntas dos participantes. Confira a íntegra do evento em: https://bit.ly/388ggbf.

16
dez

Embasa terá assessoria da Fundação Ezute para modernização de processos e tecnologias

EMBASA TERÁ ASSESSORIA DA FUNDAÇÃO EZUTE PARA MODERNIZAÇÃO DE PROCESSOS E TECNOLOGIAS

A Fundação Ezute acaba de firmar contrato com a Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A., Embasa, para a realização de estudo e diagnóstico da Unidade de Tecnologia da Informação e Comunicação – FTI, voltados à modernização institucional e comercial da empresa.

O contrato, que terá duração de quatro meses, ou 120 dias corridos, visa trazer melhorias e modernização de processos e de das tecnologias que darão base às estratégias gerenciais e de governança da Embasa.

Ao longo dos anos, a FTI vem implementando soluções de acordo com as demandas e solicitações dos diversos setores da companhia, exercendo papel coadjuvante na melhoria dos resultados da empresa. Contudo, em virtude de novas diretrizes estratégicas organizacionais, surgiu a necessidade de aprimoramento e modernização destes processos e das soluções já implantadas. A intenção é que a Unidade passe a promover ações e projetos internos que sustentem, além das demandas e ações gerenciais empresariais, as de processos estratégicos correlacionados à operação comercial.

A partir do reconhecimento dos processos de negócio da FTI, considerando os estudos, diagnósticos e planos existentes, a Fundação Ezute realizará os serviços em quatro fases:  Planejamento e metodologia do estudo; Estudo, análise e síntese; Diagnóstico e benchmarking; e Elaboração de Plano de Ação.

A Embasa, é uma sociedade de economia mista de capital autorizado, pessoa jurídica de direito privado, tendo como acionista majoritário o Governo do Estado da Bahia, e é responsável, nos municípios onde atua, pela prestação dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, compreendendo a captação, tratamento e distribuição de água, bem como a coleta, transporte, tratamento e destinação adequada dos esgotos domésticos.

“A Fundação Ezute já prestou há alguns anos serviços semelhantes para a SABESP, em São Paulo e atualmente está apoiando também a SANEPAR, no Paraná. Com este novo contrato com a Embasa, na Bahia, expandimos nossa atuação no território nacional. Nossa expectativa é de ampliar ainda mais esta atuação com outras companhias estaduais de saneamento, que precisam aumentar sua eficiência e efetividade para se tornarem mais competitivas neste novo contexto promovido pelo marco regulatório do saneamento aprovado recentemente.”, destacou o diretor de Mercado Civil & Parcerias da Fundação Ezute, Thomas Strasser.

 

7
dez

Trabalho de PPPs da Fundação Ezute é abordado em Webinar sobre o futuro do saneamento no Paraná

TRABALHO DE PPPS DA FUNDAÇÃO EZUTE É ABORDADO EM WEBINAR SOBRE O  FUTURO DO SANEAMENTO NO PARANÁ

Um dos propósitos da Fundação Ezute é melhorar a qualidade de vida do brasileiro auxiliando a administração pública a melhorar sua eficiência, dando suporte nas diversas etapas do ciclo de vida de empreendimentos como as Concessões e Parcerias Público-Privadas. Esse trabalho foi apresentado pelo diretor de Inovação e Parcerias Público-Privadas da instituição, Thomas Strasser, no último dia 3, no Webinar “O Futuro do Saneamento no Paraná”, promovido pela ABREN, FIEP e o Governo do Estado do Paraná.

Ao participar da discussão, Strasser falou sobre Estruturação de PPPs municipais de resíduos sólidos urbanos. Além de trazer o conceito de Parcerias Público-Privadas e também de Honest Broker, ele destacou a atuação da Fundação Ezute na área de saneamento, água e esgoto, cujo modelo pode ser replicado para resíduos sólidos. “Temos tido bastante sucesso em um modelo alternativo para viabilizar soluções nesse sentido”, argumentou.

Ao explicar as diferenças de concessão comum, patrocinada e administrativa, Strasser esclareceu que no setor de resíduos sólidos, em virtude do contexto regulatório local, que pode ou não contar com tarifas para este serviço, é possível o trânsito entre os três modelos. “O modelo ideal é o modelo de concessão, sustentado pelas tarifas pagas pelos cidadãos, o que permite que os recursos públicos possam ser concentrados em educação, saúde, segurança, dentre outras áreas prioritárias”, disse.

Em função das dificuldades fiscais dos municípios, a Fundação Ezute desenvolveu um modelo que permite que o custeio da estruturação dos projetos seja dividido entre o ente público e as instituições privadas, destacou Strasser. Segundo ele, mesmo que seja em um percentual pequeno em aporte de recursos, é relevante a participação pública, pois é ela que garante o engajamento e permite que o projeto tenha prioridade. “A Ezute faz essa estruturação de projetos, viabiliza a transferência de conhecimento, o trabalho é feito a quatro mãos e todo esse processo acaba por garantir a priorização do interesse público”.

O painel contou ainda com as participações do presidente Executivo da ABREN, Yuri Schmitke A. Belchior Tisi, que falou sobre as soluções do novo marco do saneamento para os municípios; e do presidente Executivo da Rede Nacional de Consórcios Públicos (RNCP), Victor Borges, que abordou os benefícios da formação de consórcios municipais, além da moderação do coordenador de Projetos Sustentáveis na SEDEST/PR e membro expert do WtERT Brasil, Charles Carneiro. A abertura do evento teve ainda os pronunciamentos do consultor da FIESP, João Arthur Möhr, e do secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Estado do Paraná, Marcio Nunes.

26
nov

Ezute facilita acesso eletrônico do DAEE durante a pandemia

EZUTE FACILITA ACESSO ELETRÔNICO DO DAEE DURANTE A PANDEMIA

Durante a pandemia, as Outorgas do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) tem sido viabilizadas graças ao apoio da Fundação Ezute, que não tem medido esforços para viabilizar o acesso dos técnicos ao Sistema de Outorga Eletrônica, no módulo de análise técnica, pela Internet.

Disponível até então somente pela Intranet do Governo do Estado de São Paulo, o módulo foi disponibilizado pela Internet de forma rápida e segura, permitindo que o DAEE, já durante o mês de outubro, ultrapassasse o montante de requerimentos analisados em 2019, que foi de 11 mil outorgas. A expectativa é que o número total exceda 13 mil em 2020, dois mil a mais que no ano passado.

Em tempo de crise sanitária mundial, o DAEE tem trabalhado em prol do desenvolvimento do Estado na manutenção da outorga de Direito de Uso, fundamental para a gestão dos recursos hídricos e o gatilho para o início de outros processos, como o licenciamento ambiental e financiamentos junto aos bancos públicos.

23
nov

Ezute promove palestra sobre Violência contra a mulher

EZUTE PROMOVE PALESTRA SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Estimativa global publicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que uma em cada três mulheres em todo o mundo – especificamente 35% – já foi vítima de violência física ou sexual durante a vida.

Em virtude da relevância do tema, a Fundação Ezute promoveu, no dia 19 de novembro, uma palestra on-line sobre Violência contra a Mulher. O intuito do evento foi desmistificar o assunto, informar, sensibilizar e preparar as pessoas para identificar algum tipo de violência na sua convivência e entorno e oferecer suporte e apoio às vítimas.

A temática foi conduzida pela presidente da Business Professional Women São Paulo, Claudia Pirani, que destacou os aspectos históricos e culturais que deram origem aos comportamentos violentos. “O nosso sistema ainda é patriarcal, somos ensinados, desde o nascimento, a perpetuar e legitimar comportamentos e práticas relacionados ao gênero”, disse a palestrante, ao ressaltar que, mesmo que não seja fácil, é preciso trabalhar para quebrar e desconstruir esse círculo vicioso.

Apesar de a violência de gênero física ser a mais facilmente identificada, existem outros tipos como a psicológica, a sexual e a simbólica, todas afetando alguém em situação de vulnerabilidade devido à identidade ou orientação sexual.

Claudia também abordou as críticas de grande parte da população sobre o porquê de as mulheres não se separarem de seus agressores, quando são seus companheiros. Ela explicou que muitos podem ser os motivos, como medo, vergonha, esperança de que não aconteça mais ou dependência econômica.

Outro mito abordado na palestra foi o de que a violência acontece apenas em famílias problemáticas e de baixa renda ou por questões relacionadas ao alcoolismo. Além disso, muitas mulheres demoram a identificar que são vítimas, em função do carisma ou da boa imagem do agressor em seu círculo social.

Ao destacar que as agressões atingem cerca de 35% das mulheres, Claudia pontuou que o problema está mais perto do que se imagina e, portanto, deve ser considerado uma questão social, exigindo a conscientização de todos. “Ao contrário do que dizem, podemos e devemos meter a colher”, ressaltou. “Precisamos amparar e dar todo o suporte de que essas mulheres necessitam. Falar de violência doméstica é falar de ideais da família”, acrescentou a palestrante, ao propor a criação de um novo sistema com a desconstrução do papel e das práticas de cada um.

19
nov

Ezute mantém credenciamento como Empresa Estratégica de Defesa

EZUTE MANTÉM CREDENCIAMENTO COMO EMPRESA ESTRATÉGICA DE DEFESA

Boas práticas em Gestão de Projetos Complexos e aplicação dos conceitos de Engenharia de Sistemas garantem à Fundação Ezute renovação da certificação de Empresa Estratégica de Defesa, concedida pelo Ministério da Defesa

Após avaliação técnica, o Ministério da Defesa concedeu a manutenção do credenciamento da Fundação Ezute como Empresa Estratégica de Defesa (EED) e a manutenção de seus produtos como Produtos Estratégicos de Defesa (PED).

Os itens avaliados foram a Concepção de Sistemas para Programas Estratégicos de Defesa; a Gestão de Engenharia de Sistemas para Desenvolvimento de Armas Inteligentes; e a Absorção de Conhecimento para Montagem de Plataforma de Manutenção de Sistemas de Combate de Submarino.

A renovação da classificação foi confirmada após uma visita técnica, do dia 22 de outubro, de uma equipe de avaliação formada por representantes da Secretaria de Produtos da Defesa (SEPROD), do Departamento de Produtos da Defesa (DEPROD), do Centro de Apoio a Sistemas Logísticos de Defesa (CASLODE) e das Forças Armadas, à sede da Fundação Ezute, visando a verificação da adequação da instituição às normas estabelecidas pela Lei nº 12.598/2012, marco legal para os credenciamentos de EED e PED no setor de Defesa.

 

11
abr

Brasil começará a fabricar seu 1º míssil antinavio de superfície este ano

Brasil começará a fabricar seu 1º míssil antinavio de superfície este ano

Matéria do UOL traz fala do presidente da Fundação Ezute, Delfim Ossamu Miyamaru. Clique na imagem para ler.

17
dez

Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo

Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo

O Portal Defesanet publicou uma matéria sobre a “Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo”, o primeiro submarino Scorpène adquirido no âmbito do acordo de transferência de tecnologia firmado com a França, em 2008.

No texto, cita o papel da Fundação Ezute no Programa de Desenvolvimento de Submarinos, o PROSUB:

A Fundação EZUTE, em uma primeira fase, enviou nove engenheiros para a França a partir de 2011 para participar dos trabalhos de especificação e projeto sistêmico do Sistema de Combate dos submarinos da classe Riachuelo. Em outra fase, parte desta equipe foi diretamente envolvida na produção de módulos do software Sistema de Gerenciamento de Combate, em que estes módulos tornarão possível a comunicação tática desta classe de submarinos com outros meios operativos da Esquadra brasileira.

 

Leia a íntegra da matéria aqui:
http://www.defesanet.com.br/prosub_s40/noticia/31514/Lancamento-do-Submarino-Riachuelo–a-consolidacao-do-esforco–da-sinergia-e-da-competencia-da-Marinha-do-Brasil-/

Acesse o hotsite da Marinha do Brasil sobre a Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo:
http://www.mar.mil.br/hotsites/riachuelo/index.html#