8
fev

Fundação Ezute firma parceria técnico-científica com o ITA

Fundação Ezute firma parceria técnico-científica com o ITA

Primeiro projeto de cooperação envolverá um estudo relacionado ao desempenho aerodinâmico de mísseis transônicos

Foi assinado na quinta-feira (1), em  São José dos Campos (SP), um Termo de Cooperação Técnico-Científica entre a Fundação Ezute e o ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, com objetivo de realização de programas e projetos específicos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, intercâmbio de informações técnicas e científicas, capacitação de pessoal, realização de cursos e conferências, e utilização de laboratórios, oficinas e outras dependências e instalações necessárias para o desenvolvimento das atividades previstas.

Como primeiro projeto do acordo de cooperação, será realizado um estudo relacionado ao desempenho aerodinâmico de um míssil transônico. Um modelo em escala reduzida será objeto de ensaio pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço, com acompanhamento da Fundação Ezute e do ITA, para determinação das características aerodinâmicas do míssil. Esse tipo de ensaio é executado normalmente no exterior, e o objetivo deste projeto é contribuir para o desenvolvimento e consolidação de capacitação nacional para esse ensaio.

“A cooperação desenvolvida com o ITA reafirma nossa busca de interação com a academia e outros institutos de ciência e tecnologia, e reforça o papel de honest broker da Fundação Ezute como parceira em projetos que envolvem conhecimentos estratégicos sensíveis em pesquisa, desenvolvimento e inovação, que sejam relacionados com a soberania do país”, destacou o presidente da Fundação Ezute, Eduardo Marson.

Além do presidente da Fundação Ezute, participaram do evento de assinatura do Termo de Cooperação, Antonio Pedro Timoszczuk, diretor de Inovação e Marcos Jose Mahler de Araujo, gerente de produção do mercado de Defesa e Espacial da Ezute, o Prof. Anderson Ribeiro Correia, reitor do ITA, Solange Maia Correa, relações institucionais do ITA, o Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Augusto Amaral Oliveira, diretor-geral do DCTA, o Major-Brigadeiro do Ar Hudson Costa Potiguara, vice-diretor do DCTA e o Cel R1 Carlos Alberto dos Santos, relações institucionais do DCTA.

1
fev

Programa de ensino de inglês para comunidades carentes completa 12 anos e busca novos parceiros

Programa de ensino de inglês para comunidades carentes completa 12 anos e busca novos parceiros

Iniciativa do Instituto União Cultural registra mais de 6 mil atendimentos na capacitação de jovens e adultos

O programa “English by União Cultural“ completa 12 anos de existência em 2018 com um registro de mais de 6.000 atendimentos de ensino de inglês para jovens e adultos de comunidades carentes. A iniciativa, mantida pelo Instituto Educacional União Cultural, busca agora novos parceiros que permitam manter e ampliar suas atividades.

“Nós entendemos que programas de ensino de inglês são fundamentais para a qualificação ou requalificação para o trabalho, em um mundo que exige novas competências”, afirma Pedro Scarpin, diretor de Ensino a Fundação Ezute, organização sem fins lucrativos que desde 2015 mantém o Instituto Educacional União Cultural, um centro binacional de excelência no ensino da língua inglesa que oferece cursos preparatórios para os principais exames de proficiência internacionais e para exames de ingresso em cursos de graduação e pós-graduação.

A Fundação Ezute quer ampliar a participação de organizações como parceiras do programa social, que faz do ensino de inglês uma ferramenta para inclusão de jovens e adultos de baixa renda, capacitando-os para que tenham melhores oportunidades. “Para essa ampliação, estamos buscando empresas parceiras para apoiar financeiramente as necessidades de materiais e logística e de mobilização de professores voluntários em nível avançado”, reforça Scarpin.

As aulas ocorrem nos locais disponibilizados pelas organizações parceiras e são ministradas por voluntários selecionados e capacitados pela coordenação pedagógica do Instituto. Para atingir os objetivos de maneira precisa e com qualidade, o Instituto oferece todo o apoio pedagógico necessário aos professores por meio de reuniões e treinamentos, garantindo assim o sucesso do aprendizado dos alunos no mesmo nível de excelência adotado pelo Instituto União Cultural em seus cursos de conversação, gramática e escrita e para os exames de proficiência oferecidos para o mercado.

O programa social começou em 2006 com 130 alunos, e atualmente reúne 30 professores voluntários que ensinam inglês a 700 alunos nos bairros de Pirituba, Jabaquara, Centro e Ipiranga, no município de São Paulo. Para poder atuar no programa social, instrutores voluntários classificados em nível avançado, indicados pelas empresas parceiras ou por adesão espontânea, são capacitados pelo Instituto União Cultural e passam a ministrar as aulas de inglês aos alunos das comunidades assistidas.

Hoje, a maior parte das parcerias é de instituições de apoio social, que oferecem as instalações e o acesso a pessoas que precisam das aulas. Agora, o objetivo é ampliar o número de organizações parceiras apoiadoras, para garantir a sustentabilidade do programa do Instituto, e também trazer mais instrutores voluntários.

“Para tornar-se parceiro do programa é preciso ser uma empresa ou pessoa jurídica que tenha interesse em desenvolver ou participar de um projeto de responsabilidade social. O papel da empresa como apoiadora é também motivar seus funcionários que falam inglês a prestar um trabalho voluntário, que será respaldado pelo Instituto União Cultural”, explica Marisa Cunha, coordenadora pedagógica da instituição. “Sem falar na oportunidade e incentivo a pessoas que falam inglês fluentemente se descobrirem bons professores, enquanto compartilham experiências edificantes”, completa.

13
dez

Mapeamento digital monitora áreas urbanas e rurais para planejamento estratégico das cidades

Mapeamento digital monitora áreas urbanas e rurais para planejamento estratégico das cidades

Desenvolvimento dos projetos tem verificação independente da Fundação Ezute, no Tocantins e em São Paulo

              
Mapeamento rural no Tocantins                                            Mapeamento em São Paulo

O estado do Tocantins acaba de receber um novo mapeamento digital para acompanhar o crescimento ou diminuição das áreas rurais, bem como do desmatamento, em seus municípios, e que fará parte do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de todo o estado. O trabalho, desenvolvido por uma companhia de cartografia contratada pelo governo estadual, teve o acompanhamento da Fundação Ezute, que apoiou a Secretaria de Recursos Hídricos e Meio Ambiente do Estado de Tocantins (SEMARH-TO) como verificadora independente da qualidade dos produtos do projeto.

Nessa avaliação, a Ezute utiliza os conhecimentos de sua equipe em cartografia, sensoriamento remoto e geoprocessamento, além do uso de tecnologias de sistema de informação geográfica, processamento e classificação de imagens e padrões, normas e legislação cartográficas para os 287.000 mil km² do projeto, sendo 277.000 km² do estado, mais uma faixa contínua além de seus limites.

A base geográfica resultante compõe o Cadastro Ambiental Rural, documento estratégico para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento no Estado, bem como para o acompanhamento das demais formas de vegetação nativa da região e para o planejamento ambiental e econômico do uso, ocupação e aptidão dos imóveis.

Estes mesmos conhecimentos estão sendo aplicados no projeto que está em andamento em São Paulo para o Mapeamento Digital do Município, que abrange aproximadamente 1.611 km². Na capital paulista, o trabalho da Fundação consiste na análise e avaliação da conformidade e qualidade das imagens fotogramétricas digitais e dos produtos da cartografia, por meio de um processo metodológico, organizado e controlado.

Em São Paulo, o objetivo é mapear a área urbana e identificar o avanço e evolução das edificações municipais como subsídios à atualização do cadastro imobiliário e, ainda, identificar e cadastrar a vegetação existente no município. “A base cartográfica pode ser utilizada para os mais diversos fins e o nosso objetivo é acompanhar o levantamento da cartografia para que o estado ou município consiga identificar com clareza os dados que necessita por meio desse mapeamento”, explica Marcello Palha, diretor do segmento Civil da Fundação Ezute.

O processo metodológico da Fundação para avaliação da qualidade de produtos dos mapeamentos, envolve desde imagens que são captadas por sensores orbitais (satélite e radar) ou adquiridas por meio de câmeras fotogramétricas digitais – plataformas fixas, até os produtos de mapeamento em escalas capazes de apresentar detalhes com alta precisão.

A Fundação Ezute atua como especialista e verificadora independente, tendo como compromisso a qualificação dos produtos do projeto de mapeamento e garantia da entrega de acordo com as especificações e requisitos do projeto inicial, assegurando assim um investimento saudável. “Seja pela falta de softwares e hardwares especializados, ou mesmo pelo tempo restrito dos profissionais para as verificações e acompanhamento em campo, possíveis erros de um projeto como esse só são percebidos durante o uso, o que pode levar a prejuízos financeiros e de tempo”, reforça Marcello.

Com a constante evolução das cidades, as bases cartográficas precisam de atualização ao longo do tempo, mas o trabalho depende da necessidade do município e da existência de recursos para isso. Em São Paulo, o primeiro mapeamento cadastral do município apoiado pela Fundação havia sido realizado em 2004, com a atualização agora em andamento.

Em 2010, a Ezute apoiou a gestão e a avaliação da qualidade da base cartográfica do Estado de São Paulo, bem como a concepção e desenvolvimento de sistema de compartilhamento de informações cartográficas. No estado do Tocantins, a Ezute apoia desde 2015, o mapeamento do estado para uso no CAR, que cria a base de dados rurais atualizada e a base geográfica do Tocantins, compartilhada entre órgãos estaduais, universidades e cidadãos.

7
nov

Fundação Ezute e PUC-Rio desenvolvem parceria institucional

Fundação Ezute e PUC-Rio desenvolvem parceria institucional

A Fundação Ezute assinou com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) um Termo de Cooperação Técnico-Científica para desenvolvimento de uma parceria institucional.

A parceria estabelecida será coordenada pela área de Ensino e Capacitação da Ezute e permitirá às duas organizações atuarem de forma conjunta em programas e projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, no intercâmbio de informações técnicas e científicas, em programas de capacitação de pessoal e na realização de cursos e conferências.

O acordo também prevê a utilização de laboratórios, oficinas e instalações da Universidade e da Fundação que sejam necessárias para o desenvolvimento das atividades em conjunto.

A Fundação Ezute, em seus 20 anos de atuação, já desenvolveu parcerias de pesquisa e inovação com outras instituições acadêmicas como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade de Brasília (UnB), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Universidade de São Paulo (USP), Departamento de Políticas Científicas e Tecnológicas da UNICAMP-DPCT, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), entre outras organizações de pesquisa.

31
out

Fundação Ezute destaca necessidade de envolver verificador independente e a sociedade em projetos de alta tecnologia

Fundação Ezute destaca necessidade de envolver verificador independente e a sociedade em projetos de alta tecnologia

 

Conceitos de hélice quádrupla e honest broker em inovação foram apresentados durante palestra no IV Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha

O presidente da Fundação Ezute, Eduardo Marson, participou na manhã desta segunda-feira, 30, do IV Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação promovido pela Marinha do Brasil em São Paulo. Em sua apresentação, Marson argumentou que a hélice da inovação, formada por academia, governo e empresa pode incluir uma quarta pá, considerando-se que a sociedade civil também está exercendo um papel importante nos projetos de inovação, apoiando-os inclusive financeiramente.

O presidente lembrou de alguns projetos que tiveram participação da sociedade por meio de crowfunding para o seu desenvolvimento e viabilização. O executivo da Ezute também destacou os processos de inovação em outros países e o papel de instituições que atuam como verificadores independentes (honest broker), agindo como eixo que faz girar a hélice da inovação.

“Temos como exemplo o modelo de inovação americano e a atuação da Mitre Corporation, que nasceu no MIT e depois passou a ser uma entidade privada sem fins lucrativos, parceira do governo no desenvolvimento de programas de defesa. Hoje, a organização atua em diversas áreas, tendo sido inclusive a criadora do GPS. Aqui no Brasil, para que possamos deixar esse conceito mais palpável, cito como exemplo a própria Fundação Ezute, que atua em projetos de defesa, mas extrapola esse conhecimento para o segmento civil, já que a função de organizações com essas características é atender as demandas da sociedade”, disse Marson em sua palestra.

As demandas sociais, bem como a necessidade de inovar e evoluir, foram novamente citadas como condições para projetos tecnológicos e pesquisas originadas da parceria academia, governo e empresa na palestra do Prof. Dr. Nival Nunes de Almeida, da Escola de Guerra Naval.

O Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, também esteve no primeiro dia do evento e elogiou a iniciativa da Marinha do Brasil, prestando apoio à evolução da inovação e pesquisa no mercado de defesa.

O Simpósio acontece até esta terça-feira, 31, no Centro de Convenções Rebouças (SP), com uma série de painéis dedicados a debater parcerias aplicadas à infraestrutura, projetos nucleares e desenvolvimento do futuro. No mesmo espaço, há uma exposição de instituições da Marinha e organizações que atuam em projetos de defesa.

A programação completa está disponível no site do evento.

20
out

Fundação Ezute e Escola de Guerra Naval apresentam estudo sobre ciclo de vida em projetos de Defesa

Fundação Ezute e Escola de Guerra Naval apresentam estudo sobre ciclo de vida em projetos de Defesa

Oficina faz parte de programa de cooperação acadêmica entre EGN e Fundação

No início de outubro, a Fundação Ezute e a Escola de Guerra Naval realizaram a oficina “Modelos de Gerenciamento de Ciclo de Vida e Sistemas de Catalogação Aplicados à Defesa” para apresentar o resultado de um estudo feito em conjunto sobre o tema.

A pesquisa teve como objetivo entender os modelos de gerenciamento de ciclo de vida existentes no país e no exterior aplicados à defesa e contribuir para o aprimoramento do pensamento sistêmico sobre o tema.

O desenvolvimento do estudo é parte de um projeto de pesquisa realizado em parceria entre EGN e Ezute no biênio 2016-2017. Participam do projeto professores e alunos do Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos (PPGEM-EGN) e profissionais da Fundação.

A apresentação trouxe os resultados parciais da pesquisa de análise comparativa dos modelos internacionais e nacionais de gerenciamento de ciclo de vida, que serviram de base para o desenvolvimento do tema, seguida da explicação da Ezute sobre a aplicação da Engenharia de Sistemas ao tema Ciclo de Vida.

Os professores da EGN também divulgaram a pesquisa em desenvolvimento sobre “Mobilização da Indústria de Defesa na América do Sul: a Contribuição do Sistema de Catalogação de Produtos de Defesa“.

A oficina ainda teve participação do Centro de Apoios a Sistemas Logísticos de Defesa (CASLODE), uma nova organização que engloba as atividades do antigo Centro de Catalogação de Defesa (CECADE), que apresentou o processo de inserção brasileira no sistema de catalogação adotado pela OTAN.

“No Brasil, os processos de aquisição de sistemas das três forças seguem modelos elaborados de forma isolada. O desenvolvimento de estudos sobre ciclo de vida de sistemas, além de apresentar divergências e convergências dos modelos nacionais e internacionais, reitera a importância da engenharia de sistemas e de seus conceitos, a necessidade de concepção de um modelo comum para as forças e contribui para a construção de uma mentalidade integrada, consolidando o papel do Ministério da Defesa”, comentou Cleber Oliveira, especialista em Engenharia de Sistemas da Fundação Ezute.

Esse é o segundo ciclo de pesquisa realizado pela Fundação Ezute em parceria com a Escola de Guerra Naval desde a celebração do Termo de Cooperação Acadêmica, em 2015. O primeiro tema estudado foi a “Prospecção de Futuros: Estudo da Hidrovia do Madeira”.

          

17
out

Fundação Ezute participa de Diálogo da Indústria de Defesa Brasil-EUA, em Washington

Fundação Ezute participa de Diálogo da Indústria de Defesa Brasil-EUA, em Washington

Presidente da organização, Eduardo Marson, esteve no evento que reuniu empresários, autoridades e representantes dos governos dos dois países

 

 

 

 

 

Crédito da imagem: Defesanet

 

O presidente da Fundação Ezute, Eduardo Marson, representou a organização no Segundo Diálogo da Indústria de Defesa Brasil – EUA, promovido pelo Ministério da Defesa e Ministério das Relações Exteriores do Brasil e pelos Departamentos de Defesa e Comércio americanos.

O encontro reuniu empresas dos dois países e representantes das Forças Armadas para tratar de parcerias comerciais e também de políticas industriais e regulatórias entre Brasil e Estados Unidos.

“Para a Fundação, é uma excelente oportunidade de consolidar parcerias e entender as necessidades do programa de cooperação binacional entre os países para que possamos colaborar com toda a expertise que acumulamos no setor de defesa e espacial”, comentou Marson.

Realizado nos dias 10 e 11 de outubro, em Washington (EUA), o evento debateu assuntos como mecanismos e modelos de inovação existentes para o programa de cooperação dos países, e as perspectivas do governo brasileiro, do governo dos EUA e da indústria de Defesa para os próximos anos.

3
out

Fundação Ezute vai desenvolver o novo Sistema de Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos do Paraná

Fundação Ezute vai desenvolver o novo Sistema de Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos do Paraná

Projeto conta com financiamento do Banco Mundial e visa tornar o processo de gerenciamento mais eficiente

A Fundação Ezute assinou um contrato com a Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral do Paraná para desenvolver e implantar o novo Sistema de Informações para Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos no estado. O projeto, chamado SIGARH, faz parte de um grande programa de modernização dos processos de licenciamento, outorga, fiscalização e monitoramento ambiental com o financiamento do Banco Mundial.

O contrato foi celebrado entre o Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral – SEPL, tendo como executor o Instituto das Águas do Paraná – AGUASPARANA e o Consórcio EZUTE/NHC, cuja liderança será exercida pela Fundação Ezute em parceria com Northwest Hydraulic Consultants – NHC (canadense), consultora internacional no segmento de recursos hídricos.

O projeto deverá ser desenvolvido com exclusividade para o estado e implantado em 21 meses. O trabalho envolve a análise do desenvolvimento e integração de subsistemas que vão compor o SIGARH, como um cadastro de recursos hídricos (SCRH), o monitoramento desses (SMRH), a gestão de bacias hidrográficas (SGBH), administração (SA), integração (SIN), informações geográficas (SIG), assim como a migração e modelagem de dados existentes.

Para o secretário de planejamento e coordenação geral do Paraná, Juraci Barbosa, o novo sistema vai refletir em qualidade de atendimento à população.  “Mais rápido, inteligente e moderno, ele trará mais agilidade e transparência aos processos”, completou.

“O novo sistema vai contribuir com a desburocratização do estado, modernizando os procedimentos e oferecendo  aos órgãos gestores serviços integrados e de maior alcance. Para o cidadão, o sistema permite a substituição do papel por meios eletrônicos, o acesso às informações via internet, maior confiabilidade dos dados, rapidez na liberação de processos e redução de custo. O resultado final irá propiciar uma gestão pública eficiente e conectada com as demandas da sociedade”, ressalta Geraldo Azevedo, diretor adjunto da Ezute para o Segmento Civil.

Atualmente, o Estado do Paraná recebe cerca de 35 mil processos de licenciamento ambiental e 10 mil processos de outorga. Pelo volume de trabalho, os órgãos responsáveis passaram a enfrentar morosidade e, decidiram assim, implantar um novo projeto de gestão para melhorar o atendimento à sociedade.

3
ago

Integração de ambientes marca reforma da sede da Fundação Ezute

Integração de ambientes marca reforma da sede da Fundação Ezute

Novo layout foi pensado para integrar equipes e receber diferentes gerações

   

No ano em que completa 20 anos, a Fundação Ezute reinaugurou a sede própria, localizada na Vila Olímpia, em São Paulo (SP), promovendo uma reestruturação interna com a derrubada das paredes, criação de novos espaços multiuso e maior integração entre equipes em um espaço de mais de 1 mil metros quadrados.

Projetado pelo escritório Andrade de Azevedo, o local passou por uma reforma completa que durou seis meses. O projeto respeitou um pedido especial de aplicação das técnicas de Feng Shui para harmonizar o ambiente de trabalho e motivar ainda mais os colaboradores. Para isso, as cores que representam a organização foram usadas de maneira a integrar os espaços e delimitar áreas, e assim tornar o ambiente mais acolhedor.

As equipes foram alocadas em estações de trabalho, garantindo maior interação entre todos os colaboradores, visando ao compartilhamento de informações e incentivo à inovação. O ambiente de trabalho foi pensado para receber talentos de todas as gerações. Afinal, a organização – cuja missão é contribuir para transformação das organizações brasileiras, especialmente as públicas, melhorando sua efetividade – conta com um quadro heterogêneo de funcionários em termos de faixa etária. A maioria (39%) deles é da geração Y (nascidos entre 1980 e 1995); 25% é da geração baby boomer (nascidos entre 1946 e 1964); 23% é da geração X (1965-1979); e, finalmente, 13% da geração Z, ou os nascidos após 1996.

Além das estações de trabalho delimitadas por pequenas divisórias entre as mesas, o ambiente interno conta com salas de reunião envidraçadas; Focus Room – espaços individualizados de uso comum para o desenvolvimento de uma atividade que exija maior concentração; Breakout Space – para atividades colaborativas; Área de Café para a realização de lanches e refeições rápidas; e Booths – ambientes mais descontraídos para a realização de atividades colaborativas.

”A todo momento estamos evoluindo, processos e tecnologias são renovados. Para suportar este movimento constante, essa melhoria continuada, reformulamos nosso ambiente de trabalho com um conceito mais humanista, afirma Carlos Henrique Hissao Muta, diretor Administrativo-Financeiro da Fundação Ezute.

3
ago

Fundação Ezute institui Diretoria para o Segmento Civil

Fundação Ezute institui Diretoria para o segmento Civil

Nova estrutura prioriza projetos nas áreas de saúde, segurança pública, melhoria da qualidade do gasto público, mobilidade e meio ambiente

Com forte contribuição na área de Defesa e reconhecida pela presença em projetos estratégicos nessa área, a Fundação Ezute entra agora em nova fase, buscando atuar com a mesma intensidade no segmento civil, no qual já acumula um portfólio sólido de prestação de serviços.

A fim de auxiliar entidades públicas a repensar o Estado, aprimorando a gestão, a organização criou a Diretoria para o Segmento Civil, comandada por Marcello Palha, executivo com passagens por grandes players nacionais e internacionais do setor. Além de Marcello, a área conta com a experiência do engenheiro Geraldo Azevedo, que sempre ocupou cargos de destaque na Fundação Ezute, onde está desde 2003, e que agora atuará como Diretor-Adjunto. E trouxe, também, a PhD Florencia Ferrer, especialista em inovação para o setor e que se une à equipe Ezute como Executiva de Gestão Pública.

Apesar de recém-lançada, a Diretoria para o Segmento Civil está inserida numa organização que dispõe de um histórico de projetos de sucesso, como o SIGA-Saúde e o Bilhete Único, ambos para a prefeitura de São Paulo; a gestão das instalações para esporte de alto desempenho dos Jogos Olímpicos 2016, prestando apoio ao Ministério do Esporte; o gerenciamento da implantação do Sistema de Informações Integradas da Sabesp; entre outros. A estratégia da Ezute para 2017 é priorizar projetos nas áreas da melhoria da qualidade do gasto público, saúde, segurança pública, meio ambiente e mobilidade.

“Estamos promovendo uma reestruturação organizacional para nos posicionarmos melhor no setor civil e conquistarmos o mesmo reconhecimento que já dispomos na área de defesa, além de ampliarmos nossa área de atuação”, comenta o novo diretor da Fundação Ezute, Marcello Palha.

Segundo ele, a Fundação Ezute levará sua vocação de parceiro isento para contribuir com a melhoria da gestão em todas as esferas de governo, oferecendo competência técnica e gerencial para o desenvolvimento de projetos que visem melhorar a vida da população.

Um dos diferenciais que a organização já oferece aos governos federal, estaduais e municipais é a concepção de projetos por contrato de Parceria Público-Privada (PPP). Sua atuação permeia desde a concepção do marco legal e do projeto de PPP até o processo licitatório e de contratação da empresa que irá desenvolvê-lo. Além disso, a Ezute é capacitada para fazer o papel de verificadora independente da licitação.

Currículo – Equipe da Diretoria para o Segmento Civil

Marcello Palha – Executivo com 20 anos de experiência. Com passagem por empresas nacionais e internacionais no segmento de Consultoria e Tecnologia como Accenture, Indra e Thales, possui experiência na Administração Estratégica, Tática e Operacional, com atuação na recomendação e implementação de novos modelos ou melhorias para o negócio, através do uso alinhado das tecnologias de mercado, fluxos e processos, nos setores público e privado. Possui sólida experiência executiva em administração e desenvolvimento de negócios.


Geraldo Azevedo –
Engenheiro Eletrônico com mais de 30 anos de atuação. Experiência multidisciplinar em organizações nacionais, com prática em gestão empresarial, desenvolvimento de mercado, elaboração de planos de negócios, gestão e planejamento de contratos e coordenação de serviços técnicos especializados em engenharia de sistemas. Profissional com vivência no desenvolvimento de relações institucionais, estruturação de sociedades de mercado, participação em missões empresariais, abertura de mercado internacional e modelagem de negócios estratégicos, tendo participado de Conselhos de Administração de empresas.

Florencia Ferrer – Socióloga pela Universidade de Buenos Aires, mestre, PhD e doutora pela Universidade de São Paulo, além de professora pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas e da Escuela de Política y Alto Gobierno da Fundación Ortega y Gasset (Espanha). Especialista em inovação para o setor público, ajuda o primeiro escalão de governos da América Latina a repensar o Estado. Desenvolveu projetos voltados à reformulação de políticas públicas para presidentes, ministros, governadores e secretários de Estado, e trabalhou com organizações internacionais, com destaque para a OEA, BID e Banco Mundial. Foi também Diretora de Public Sector Innovation na KPMG.