15
jun

DAEE autoriza Fundação Ezute a reestruturar sistema de outorga

DAEE autoriza Fundação Ezute a reestruturar sistema de outorga

Projeto criado pela entidade simplifica os pedidos de captação de água e integra novas soluções para desburocratizar as análises de requerimentos da população

O Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE) autorizou nesse mês, em portaria publicada no Diário Oficial da União, o 2º Termo de Aditamento do Termo de Contrato de Prestação de Serviços do novo sistema criado pela Fundação Ezute, que reestrutura e simplifica os procedimentos de outorga eletrônica de captação na rede hídrica do estado, cujo objetivo é desburocratizar junto à população os processos de regularização da captação de água.

“O sistema de outorga eletrônica consiste na simplificação dos requerimentos, redução das exigências legais e desenvolvimento de ferramentas de apoio para a análise dos requerimentos pelos técnicos do DAEE nas diretorias de bacia”, comenta Geraldo Azevedo, diretor-adjunto de Mercado Civil da Fundação.

O novo sistema possibilita que o usuário encaminhe seu pedido de outorga via internet, reduzindo consideravelmente a tramitação burocrática do processo. Mas agora o pedido é direcionado por georreferenciamento para a diretoria competente, permitindo um melhor e mais preciso nível de gestão dos recursos hídricos em todo o estado, por meio de um workflow eletrônico, que é encaminhado para a publicação no Diário Oficial, com envio de resposta ao solicitante.

“Vale lembrar que o projeto da Fundação Ezute para o sistema de outorga eletrônica de São Paulo é o primeiro no Brasil com essa abrangência e automatização, envolvendo desde o processo de submissão do requerimento até a resposta final, passando pela análise técnica com uso de geotecnologias”, ressalta Azevedo.

7
jun

Fundação Ezute firma parceria com TCE-MS

Fundação Ezute firma parceria com TCE-MS

Projeto para implantação de novo modelo de governança que visa melhorar a efetividade dos resultados do órgão terá início em junho

A Fundação Ezute assinou um contrato para dar suporte ao programa de reestruturação organizacional do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE/MS). O projeto de prestação de serviços técnicos especializados pela Ezute, com duração prevista de 10 meses, prevê a implantação de um novo modelo de governança e gestão integrada, além da estruturação e melhoria dos processos de trabalho do Tribunal.

“Em 2017, o TCE-MS iniciou um processo de reestruturação organizacional com o objetivo de fiscalizar de forma mais eficiente a aplicação dos recursos públicos. A parceria com a Fundação Ezute visa proporcionar um realinhamento das áreas de estratégia, governança, gestão integrada e processos”, conta Marcello Palha, diretor de Mercado Civil da Fundação.

A resolução que aprovou e formalizou o modelo elaborado pela Ezute foi publicada pela instituição governamental (TCE/MS Nº 71, de 25 de abril de 2018) e o projeto aprovado abrangerá oito áreas temáticas, contempladas no modelo de governança, responsáveis pelo controle de gastos externos com Prefeituras, Câmaras de Vereadores e entidades para as quais o Estado aporta recursos.

“De fevereiro a abril a equipe da Ezute realizou oficinas de realinhamento estratégico e dinâmicas entre grupos para engajamento de todos os funcionários nos novos temas”, diz Palha. Segundo o diretor, o primeiro marco da reestruturação se dará em julho, onde as áreas de controle externo passarão a atuar sob o novo modelo.

“A Ezute cumpre o seu papel no apoio à reestruturação dos pilares de governança e gestão integrada do TCE-MS ao desenvolver modelos que visam a melhoria e a padronização dos processos de trabalho, não apenas simplificando a execução de processos complexos pelos funcionários, mas permitindo uma maior eficiência no acompanhamento dos serviços prestados pelo órgão aos seus diferentes públicos, com resultados positivos no equilíbrio de interesses conflitantes”, afirma.

“A nova estrutura de governança buscará a conquista dos resultados definidos no Plano Estratégico de forma efetiva e alinhada às práticas e à cultura do TCE-MS, envolvendo os principais atores da organização, cujo conhecimento e experiência serão utilizados na condução e monitoramento dos projetos, de modo a garantir o alcance dos resultados e os objetivos esperados pelo órgão. As áreas passarão a funcionar com processos padronizados e o foco nas especializações trará resultados positivos para o TCE-MS”, finaliza o diretor da Fundação Ezute.

17
maio

Fundação Ezute participará do ip’18, dia 23, em São Paulo

Fundação Ezute participará do ip’18, dia 23, em São Paulo

No maior evento de iluminação pública do país, a Fundação Ezute mostrará o novo modelo de custeio da modelagem de projetos de concessão e PPP

No próximo 23 de maio, às 10 horas, a Fundação Ezute participará de um painel no maior evento de iluminação pública (IP) do país, o ip’18, realizado pela Radar PPP, em São Paulo. Na ocasião, durante o painel 1, “Panorama do Mercado Brasileiro de Iluminação Pública”, a Fundação explicará o novo modelo de custeio para modelagem de projetos de Concessão e Parceria Público Privada (PPP).

Segundo o diretor de Mercado Civil da Ezute, Marcello Palha, o relacionamento público-privado por meio de contratos de longo prazo para gestão de iluminação pública é muito recente no Brasil e cresce a cada ano. “Em 2013 eram 4 contratos, que passaram a 14 em 2014, 47 em 2015, 44 em 2016 e, em 2017, esse número chegou a 64”, contabiliza Palha. “Baseado no valor da contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública, o mercado de PPP de IP pode alcançar R$ 9,2 bilhões por ano, sendo que 28% dos PMIs lançados em 2017 são de IP e, no ano passado, houve uma média superior a 1 PMI de IP lançado por semana. Atualmente, apenas 8% dos projetos de Parceira Público Privada viram contratos, e isso em um país que precisa urgentemente de investimentos em infraestrutura e de melhorar a prestação de serviços públicos”, afirma o executivo.

Às 11h05, o painel 2: “Conhecendo os prováveis próximos contratos de PPP de Iluminação Pública no Brasil” apontará os projetos que estão próximos à conversão em contratos, além de oferecer oportunidades para gestores debaterem questões do que cada projeto têm em comum ou de diferente.

No painel 3, “O que está errado nos projetos de PPP de Iluminação Pública que estão sendo preparados no Brasil”, às 13h35, a discussão gira em torno se os projetos de IP carregam riscos que podem ameaçar as finanças públicas municipais, como lidar com conflitos dá má escolha sobre a tecnologia, se as vigências dos contratos são adequadas e se os mecanismos de remuneração são inteligentes, justos e sustentáveis.

Já às 14h35, o painel 4, “Especial: Compliance em PMIs”, mostra que dos 5.570 municípios do país, apenas 173 iniciaram formalmente o processo de preparação da respectiva PPP de IP. O painel discute ainda o que deve se evitar e quais as melhores práticas de compliance que prefeituras e entidades privadas devem observar para preservar a legalidade e a legitimidade do PMI.

O último painel, às 16 horas, vai propor a discussão de como se dá a viabilidade de projetos de PPP de Iluminação Pública em municípios de menor porte, trazendo players que se destacam pela intensa atuação no pipeline municipal.

Assista ao vídeo produzido sobre o evento: https://www.youtube.com/embed/G1nmXdy5g_g

Programação completa: https://www.radarppp.com/ip18/

8
maio

Fundação Ezute apresenta estudos preliminares do Programa de Concessão e PPPs de Porto Velho

Fundação Ezute apresenta estudos preliminares do Programa de Concessão e PPPs de Porto Velho

Programa prioriza projetos como iluminação pública, saneamento básico e estacionamento rotativo na capital de Rondônia

Nesta quarta-feira (25), a Fundação Ezute apresentou ao prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e demais autoridades municipais, estudos que ajudarão a Prefeitura a viabilizar projetos de infraestrutura pública por meio do Programa de Concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). O programa contempla ao todo sete projetos na capital rondoniense, dos quais quatro foram priorizados: iluminação pública, saneamento (abastecimento de água e esgotamento sanitário), estacionamento rotativo e shopping popular.

“Além dos estudos preliminares dos sete projetos do programa, que permitiram obter uma estimativa inicial dos investimentos necessários e das recomendações da Fundação Ezute quanto às estratégias que o Município deve adotar para a estruturação detalhada de cada projeto, nosso trabalho também envolveu a análise fiscal do município, as alternativas para estruturação de garantias públicas e a revisão do quadro regulatório local. Esta visão sistêmica do programa permitirá à Prefeitura de Porto Velho oferecer um ambiente propício para atrair os investimentos privados que serão necessário para viabilizar estes projetos”, diz o executivo de Concessões e PPPs da Fundação Ezute, Thomas Strasser.

“Esses estudos foram feitos para formatar um programa de parcerias que resultará em benefícios sociais e econômicos para Porto Velho. O programa inclui a iluminação pública, o saneamento básico, o estacionamento rotativo, o shopping popular, o complexo Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, o novo centro administrativo e o CEASA”, explicou o prefeito Hildon Chaves.

Embora o projeto para a iluminação pública esteja mais avançado, já tenha atraído grande interesse do mercado e deva se viabilizar ainda este ano, o mais importante para a Prefeitura é o saneamento básico que, segundo o prefeito, é um assunto pendente há décadas, já que Porto Velho está entre as piores capitais do Brasil nos índices de abastecimento de água e coleta de esgoto.

Marcelo Thomé, presidente da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, responsável pela contratação da Fundação Ezute, acrescentou que os projetos apresentados são muito oportunos porque terão um grande impacto para a população, não apenas na melhoria da infraestrutura e dos serviços, como também na geração de renda e desenvolvimento econômico. Ele falou também da importância do novo centro administrativo, “que reunirá todas as secretarias em um mesmo prédio, gerando economia e melhor gestão do dinheiro público”.

O Diretor Técnico da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, Armando Moreira Filho, comentou que Porto Velho vem sendo procurada por outros municípios como referência nesta abordagem sistêmica dos projetos de Concessão e PPP, pois permitiu resgatar o planejamento público e trazer racionalidade para o programa, o que resulta em maior segurança para os investidores e maior efetividade para a gestão pública.

20
abr

Fundação Ezute participará da CSTM e Brazil Cyber Defence

Fundação Ezute participará da CSTM e Brazil Cyber Defence

Organização levará equipe para apresentar suas soluções para o segmento

 A Fundação Ezute participará da 7ª edição da Conferência de Simulação e Tecnologia Militar (CSTM) e da inédita Brazil Cyber Defence, de 23 a 26 de abril, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. A organização, que utiliza Systems Engineering para resolver problemas complexos e desenvolver programas e projetos estratégicos focados em defesa, espaço, segurança pública, saúde, meio ambiente, mobilidade urbana e parcerias público-privadas (PPP), será expositora.

“Estaremos presentes mais uma vez nesse importante evento, que reúne os principais players de Defesa e Segurança  do país,  para expor nossas soluções e mostrar por que a Fundação Ezute é reconhecida pelo governo brasileiro como uma EED (Empresa Estratégica de Defesa) e como uma ICT (Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação)”, diz Andrea Hemerly, diretora do Mercado de Defesa e Espacial da Fundação.

Durante o evento, a equipe da Ezute estará disponível para apresentar aos visitantes seus principais projetos em Defesa, desde a sua criação enquanto organização integradora brasileira do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) da Força Aérea Brasileira, que garantiu a conquista da independência tecnológica do país em seu sistema de tráfego aéreo, além de sua participação em outros programas estratégicos, como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), o Programa de Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP) e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAz), da Marinha do Brasil, bem como a concepção preliminar do atual SISFRON, projeto estratégico do Exército Brasileiro para a proteção das fronteiras terrestres.

Para Andrea, “além das soluções inovadoras em tecnologia e gestão, especialmente para organizações públicas, a Ezute mostrará como desempenha um papel fundamental atuando como honest broker, ou seja, uma organização isenta de conflitos, que trabalha como parceira do governo em projetos que envolvem transferência de tecnologia, integração, simulação, comando e controle e a gestão de programas complexos. Tudo isso com uma equipe de profissionais multidisciplinares com experiências complementares que permitem que a Fundação vá além dos aspectos tecnológicos em seus projetos”.

28
mar

Fundação Ezute participa da FIDAE, no Chile

Fundação Ezute participa da FIDAE, no Chile

28/3/2018

Organização brasileira mostrará suas atividades na gestão de programas complexos e estratégicos

A Fundação Ezute participará da FIDAE (Feira Internacional do Ar e Espaço), que será realizada de 3 a 8 de abril, no Chile. A organização privada sem fins lucrativos, que utiliza Systems Engineering para resolver problemas complexos e desenvolver programas e projetos estratégicos, focados em defesa, segurança pública, saúde, meio ambiente, mobilidade urbana e parcerias público-privadas (PPPs), mostrará no evento por que é reconhecida pelo governo brasileiro como EED (Empresa Estratégica de Defesa) e como ICT (Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação).

Durante a FIDAE, a Ezute mostrará seus principais projetos em Defesa, como a sua criação enquanto organização integradora brasileira do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) da Força Aérea Brasileira, que garantiu a conquista da independência tecnológica do país em seu sistema de tráfego aéreo. Além disso, também sua participação em outros programas estratégicos, como o  Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), o Programa de Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP) e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAz), da Marinha do Brasil, bem como a concepção preliminar do atual SISFRON, projeto estratégico do Exército Brasileiro para a proteção das fronteiras.

Por meio de soluções inovadoras em tecnologia e gestão, especialmente para organizações públicas, a Ezute desempenha o papel de honest broker como parceira do governo em projetos que envolvem transferência de tecnologia, integração, simulação, comando e controle e a gestão de projetos complexos. Uma equipe de profissionais multidisciplinares com capacitações complementares permite que a Fundação vá além dos aspectos tecnológicos.

A proposta da Ezute envolve uma visão focada nos objetivos futuros do país, o que pressupõe um papel tecnologicamente autônomo, absorvendo tecnologia de sistemas críticos e buscando controle sistêmico. A Fundação fornece uma visão de Systems Engineering para seus clientes e compreende os cenários atuais e potenciais. Além disso, considera sua cultura e faz uso de seus sistemas legados, instalações e capacidades,  oferecendo um pensamento independente que leva a que os clientes tenham suas necessidades atendidas.

Para alcançar seus objetivos, a Ezute avalia os sistemas existentes, sua integração, a flexibilidade de implementação e operação, a confiabilidade e os custos das soluções propostas. Ao combinar as abordagens de Systems Engineering e de Gerenciamento de Projetos, garante a integridade conceitual em todas as diferentes etapas do ciclo de vida dos programas e projetos, desde a sua concepção até o gerenciamento de sua obsolescência, por meio de sua modernização ou substituição.

23
mar

EDUARDO MARSON NO SEMINÁRIO DEFESA NACIONAL: UMA AGENDA ESTRATÉGICA

EDUARDO MARSON NO SEMINÁRIO DEFESA NACIONAL: UMA AGENDA ESTRATÉGICA

Eduardo Marson moderou o painel “O papel da Base Científico-Tecnológica e Industrial de Defesa para o desenvolvimento nacional” do Seminário Defesa Nacional: uma agenda estratégica. O evento ocorreu no dia 14 de março, em Brasília, e foi organizado pela Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos, ligada à Secretaria-Geral da Presidência da República.


Crédito da imagem: @Urbanphotosdf

 


Crédito da imagem: @Urbanphotosdf

 

15
mar

Fundação Ezute reestrutura sistema de outorga do DAEE

Fundação Ezute reestrutura sistema de outorga do DAEE

15/3/2018

Projeto simplifica os pedidos de captação de água e integra novas soluções para desburocratizar as análises de requerimentos da população

A Fundação Ezute está entregando este mês ao DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, o novo sistema que reestrutura e simplifica o os procedimentos de outorga eletrônica de captação na rede hídrica do estado, cujo objetivo é desburocratizar junto à população os processos de regularização da captação de água.

“O sistema de outorga eletrônica consiste na simplificação dos requerimentos, redução das exigências legais e desenvolvimento de ferramentas de apoio para a análise dos requerimentos pelos técnicos do DAEE nas diretorias de bacia”, comenta Geraldo Azevedo, diretor-adjunto de Mercado Civil da Fundação.

O novo sistema possibilita que o usuário encaminhe seu pedido de outorga via internet, reduzindo consideravelmente a tramitação burocrática do processo. Mas agora o pedido é direcionado por georreferenciamento para a diretoria competente, permitindo um melhor e mais preciso nível de gestão dos recursos hídricos em todo o estado, por meio de um workflow eletrônico, que é encaminhado para a publicação no Diário Oficial, com envio de resposta ao solicitante.

“Vale lembrar que o projeto da Fundação Ezute para o sistema de outorga eletrônica de São Paulo é o primeiro no Brasil com essa abrangência e automatização, envolvendo desde o processo de submissão do requerimento até a resposta final, passando pela análise técnica com uso de geotecnologias”, ressalta Azevedo.

12
mar

Presidente da Fundação Ezute participa do “Seminário Defesa Nacional: uma Agenda Estratégica”

Presidente da Fundação Ezute participa do “Seminário Defesa Nacional: uma Agenda Estratégica”

Eduardo Marson será o moderador do painel “O papel da Base Científico-Tecnológica e Industrial de Defesa para o desenvolvimento nacional” e o evento, no próximo 14 de março em Brasília, pretende  discutir uma agenda estratégica para o setor

O presidente da Fundação Ezute, Eduardo Marson, foi convidado pela Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência, a participar no próximo dia 14 de março, das 9h15 às 17h, no Anexo I do Palácio do Planalto em Brasília, do evento “Defesa Nacional: uma Agenda Estratégica”.

Marson coordenará a Mesa 2: “O papel do Setor de Defesa e de sua Base Científico-Tecnológica e Industrial para o Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Brasil: Desafios e Oportunidades”, no horário das 13h45 às 15h15. Participarão desse painel para as exposições o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, general Juarez Aparecido de Paula Cunha, o secretário Flávio Augusto Corrêa Basílio, da Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD), a diretora financeira da Avibras, Cynthia Benedetto e o Prof. Peterson Ferreira da Silva, doutor no Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP).

A abertura do evento será feita pelo Secretário Especial de Assuntos Estratégicos, Hussein Kalout e o encerramento pelo Secretário Especial Adjunto de Assuntos Estratégicos, Marcos Degaut.  O evento terá ainda mais três mesas de debates: das 10h às 11h30, a Mesa 1 “Agenda Estratégica de Defesa: Desafios e Oportunidades” com o moderador: Joanisval Gonçalves, Diretor de Assuntos de Defesa e Segurança (SAE/PR) e a participação como painelistas do   Contra-Almirante Carlos Eduardo Horta Arentz, do Ministério da Defesa; do     Conselheiro Hélio Franchini Neto, do  Departamento de Assuntos de Defesa e Segurança do Ministério das Relações Exteriores e de   Carlos Frederico Queiroz de Aguiar, da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE).

Das 15h30 às 17h, na Mesa 3: “Pesquisa e Inovação em Defesa”, o moderador será o Prof. Dr. Antonio Jorge Ramalho da Rocha, Diretor da Escola de Defesa da UNASUL e os painelistas: o  Contra-Almirante Alfredo Martins Muradas, Diretor do Centro Tecnológico da Marinha;  Marco Antonio Caffe, Gerente Geral da BAE Systems no Brasil e o   Prof. Dr.  Eugênio Diniz, da PUC-MG.

9
mar

Fundação Ezute desenvolverá projeto para o Movimento Rondônia pela Educação

Fundação Ezute desenvolverá projeto para o Movimento Rondônia pela Educação

9/3/2018

Apoio da Fundação tem como objetivo dar maior efetividade na gestão e menor custo para o Governo de Rondônia

A Fundação Ezute acaba de aderir ao Movimento Rondônia pela Educação para dar apoio a um projeto de responsabilidade social. A adesão ocorreu  recentemente, durante reunião ordinária no Conselho de Governança do Movimento Rondônia pela Educação (MRPE), em Porto Velho, e mais três instituições aderiram à iniciativa na mesma ocasião: Energia Sustentável do Brasil; JR Achievement RO e União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação – Uncme/RO.

Pedro Scarpim, diretor de Ensino e Capacitação da Ezute, lembra que a Fundação começou a operar há 21 anos e participa de vários programas e projetos que têm impactos importantes. “Essa parceria tem importância inestimável porque nos insere nesse movimento da educação do Estado de Rondônia, que vai nos trazer conhecimento local e para o qual contribuiremos com nossa expertise em desenvolver e concretizar ações relevantes para instituições públicas nacionais”, declarou.

O Governo de Rondônia recebeu gratuitamente do Governo de Goiás a ferramenta de gestão Genesis, um conjunto de sistemas integrados que visa a reestruturação sistêmica da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). Com a ajuda das instituições, tem sido possível fazer uma melhor gestão da Secretaria e combater em 100% a evasão escolar no estado, além de mês a mês calcular a média de desempenho das turmas de matemática, física, química e português. A ferramenta ainda possibilita saber todos os dias quantos alunos faltam em cada uma das escolas.

“A Ezute entra para dar apoio e fazer o projeto ter maior efetividade na gestão, para que o Governo de Rondônia possa criar políticas públicas de combate à evasão escolar com um custo menor”, ressaltou o diretor para o Segmento Civil da Fundação Ezute, Marcello Palha.